Cadê o bom dia? Aonde você foi parar? O tempo urge, mas o ser humano não pode em hipótese alguma se tornar refém de uma vã filosofia, uma inexistência. Em um primeiro passo, dedicação total a família, ao meio ambiente, reaprender a amar, tornar-se-a singelo. Para as amizades, amor incondicional.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Solidão, o mal do século.
Parece que as pessoas insistem na solidão; televisão, telefone, internet, trabalho demasiado, drogas lícitas e ilícitas, amizades vagas, indiferença, mas ela sempre nos acompanha, sim a solidão, está bem ali, dê uma boa olhada a sua volta, várias pessoas, mas estamos tão distantes, que não dá para ouvir a chuva passar, ou mesmo sentir o cheiro da terra molhada.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Singelo pedido.
A natureza está a nos dizer...são chuvas, inundações, nevascas por todo o planeta, desabamentos, soterramentos, perdas irreparáveis, vidas que se vão.
Reflitamos sobre este pedido iminente. Preservem o meio ambiente. Pois é nossa casa, uma extensão de nós, tua casa também.
Feliz ano novo
Um ano novo repleto de grandes realizações, responsabilidade com afinco, amor transbordando em todos os sentidos, respeito ao meio ambiente, que possamos com responsabilidade, resolvermos nossos problemas, arrastar amizades verdadeiras, nos propor a um novo conceito, amor incondicional e respeito as mulheres.
Que nossas casas se inundem de uma energia pura, que seja somente luz. Deixemos a omissão e a indiferença.
O orgulho e a vaidade. Reflitamos em cada ato. Um ano como nunca o tivemos, ações concisas, enérgicas, duradouras.
Um ano com menos catástrofes.
Que a paz, o amor, o pensamento positivo invada tua vida, dê vazão ao amor, interceda, ame.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Eu, que vos clamo.
Venho a lhes implorar, pois vejo que o fim é iminente. Decepam-me, retiram meus pulmões, arranham minha pele, sulcos que infiltram em meu ser, contaminam meu sangue, conspiram. Esquecem-se que cada ato contra mim, o retorno é imediato.
Envio-lhes novamente, chuvas, estas que destroem vossas casas, colheitas, cerceam vidas, sei que há lágrimas, prantos, mas nada posso fazer, sou submissa a ti, peço-lhes que reflitam sobre tuas existências, deixem a omissão e a indiferença de lado, ouçam teus corações, pois sou a natureza, que pode extingui-lo deste plano.
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