Envio-lhes novamente, chuvas, estas que destroem vossas casas, colheitas, cerceam vidas, sei que há lágrimas, prantos, mas nada posso fazer, sou submissa a ti, peço-lhes que reflitam sobre tuas existências, deixem a omissão e a indiferença de lado, ouçam teus corações, pois sou a natureza, que pode extingui-lo deste plano.
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