Lembro-me bem da chegada das aleluias. Era época de chuva, terra molhada, brincar de finca, colocar o barquinho de papel para apostar corrida. Pisar a terra molhada, sorrir, correr e pegar aleluia.
Muitos costumes ficaram para trás, a amizade ficou, o calor humano também.
Tinha também as brincadeiras de correr, pique pega, salve cadeia, pique esconde, a meninada crescia saudável, queimava muita energia, mentes coesas, integras.
O tempo parece o vento, varre tudo, o homem se torna um mero observador, passivo, indeciso. Mas a culpa não é do progresso, mas de nossas atitudes, muitas vezes até simples, parecem fúteis, mas se transformam em formadoras de opinião, tome a sua decisão, participe, esclareça-se, tome uma atitude.
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